As férias chegaram e a sonhada viagem também!

As férias chegaram e a sonhada viagem também!

E agora, o que fazer com o bichinho da família? Levá-lo junto? Deixá-lo aos cuidados de terceiros?

Seja qual for a resposta, a primeira coisa a ser feita é providenciar uma identificação. A mudança na rotina do animal, afastando-o de sua família ou do ambiente em que vive, pode desorientá-lo e aumentar as chances de uma tentativa de fuga.

Uma plaquinha com dados telefônicos aumenta as chances de quem o encontrar devolvê-lo mais rapidamente a seu responsável.

Manter o animal em casa enquanto a família viaja é uma boa opção, principalmente para gatos, que costumam estranhar mais a mudança de ambiente.

Neste caso, é preciso contar com a ajuda de um amigo, parente ou vizinho que se comprometa a, diariamente, ver como o animal está, cuidar da alimentação, trocar a água, manter a limpeza, brincar, passear, enfim, zelar para que o animal fique bem.

Se o animal não estiver acostumado a ficar por muito tempo sozinho, como a grande maioria dos cães, veja se alguém pode ficar em sua casa durante o período da viagem, proporcionando-lhe, assim, companhia frequente.
Uma alternativa semelhante é contratar um pet sitter para cuidar do bichinho em sua residência.

Outro sistema possível, mas menos conhecido no Brasil, é o house sitting, modalidade destinada a viajantes que se dispõem a cuidar de animais em troca de hospedagem gratuita em casas cujos proprietários, enquanto estão fora, precisam manter alguém cuidando de suas residências e animais. No site https://www.trustedhousesitters.com, há mais informações sobre essa modalidade.

Caso não seja possível manter o animal aos cuidados de terceiros em sua casa, avalie deixá-lo na residência de um amigo, vizinho ou parente ou em um hotel apropriado durante o período da viagem.

Deixar o animal em um lugar que lhe é estranho requer importantes cuidados:

– faça uma visita prévia para certificar-se da higiene e segurança do local;
– se há outros hóspedes, informe-se sobre os requisitos para a entrada do animal a fim de evitar a transmissão de doenças, como a exigência de carteira de vacinação em dia e controle de ectoparasitas;
– verifique quais os procedimentos são adotados em caso de emergências de saúde ou acidentes;
– leve a ração que o animal está acostumado a comer em quantidade suficiente para os dias em que ficará hospedado, certificando-se que será mantida a rotina alimentar dele;
– leve um brinquedo com o qual ele goste de brincar e outros objetos como caminha e cobertor;
– se o animal faz uso de medicação, não se esqueça de levá-la juntamente com a prescrição médica;
– informe seu contato telefônico, bem como o de um veterinário de confiança e de amigos para que, em alguma eventualidade, possam ser acionados durante sua ausência;
– deixe claro quais procedimentos deseja ver adotados em caso de fuga do animal, deixando à disposição uma foto para confecção de cartazes a serem utilizados na tentativa de encontrá-lo.

Também é possível encontrar quem hospede animais na plataforma Dog Hero, que oferece informações sobre anfitriões que recebem cães em suas residências. Para conhecer mais sobre esse serviço e quem o oferece, visite o site www.doghero.com.br.

No caso de o animal acompanhar a família durante a viagem, usar o carro como meio de transporte é uma boa opção para viagens curtas. Nesse caso, lembre-se de:

– manter o animal no banco traseiro preso a um cinto de segurança apropriado para ele ou em uma caixa de transporte também presa a um cinto;
– ao sair do carro, conduza o animal sempre na guia;
– faça paradas periódicas a fim de que o animal faça suas necessidades, beba água, alimente-se e descanse;
– se o animal sente enjoo ao andar de carro, consulte o veterinário previamente para que seja prescrita medicação adequada. É prudente também forrar o banco traseiro e alimentá-lo três horas antes do horário da partida.

Em viagens intermunicipais e interestaduais, transportar animais domésticos em ônibus é uma possibilidade. Contudo, antes da data prevista para a viagem, a fim de sanar dúvidas, deve-se entrar em contato com a empresa escolhida, pois as regras e critérios (porte, peso, condições em que o bichinho será levado, número de animais permitido por viagem) diferem de Estado para Estado. Algumas empresas, por exemplo, permitem que a caixa de transporte em que o animal está ocupe o assento ao lado de seu responsável, desde que se pague uma passagem a mais; outras determinam que seja alocada no assoalho.

Caso a única opção oferecida seja a de transporte no bagageiro, reveja a ideia de viajar de ônibus, pois essa alternativa é muito sofrida e desgastante para o animal.

Em viagens de longas distâncias, é preferível ir de avião.

As regras para o transporte aéreo de animais domésticos não são as mesmas para todas as empresas. Algumas permitem que, dependendo do porte e características, a caixa em que o animal está seja levada na cabine, juntamente com seu responsável; outras, restringem o transporte ao compartimento de carga.

Seja como for, a caixa de transporte precisa seguir o regulamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O animal precisa conseguir ficar de pé e dar um giro completo dentro dela; os fechos precisam ser firmes e resistentes a fim de impedir a fuga ou a abertura acidental; o compartimento não pode permitir que o animal morda ou arranhe um funcionário da empresa, mas deve garantir a ventilação para o bichinho; o piso da caixa deve ser capaz de conter urina o fezes; e a caixa deve estar identificada com o nome do responsável pelo animal e o endereço em que poderá ser encontrado durante a viagem.

No Brasil, as principais empresas (Gol, Latam, Azul e Avianca) disponibilizam, em seus sites, informações sobre o assunto:

https://www.voegol.com.br/pt/informacoes/viaje-sem-duvidas/transporte-de-animais-de-estimacao

https://www.latam.com/pt_br/informacao-para-sua-viagem/como-viajar-com-cachorro-e-gato/

https://www.voeazul.com.br/para-sua-viagem/servicos/pet-na-cabine

https://www.avianca.com.br/transporte-de-animais#compartimento-de-carga

Quanto à documentação exigida para a condução de cães e gatos em viagens aéreas ou rodoviárias no Brasil, não há necessidade de Guia de Trânsito Animal (GTA). É obrigatório, porém, o porte de atestado de saúde emitido por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Com relação a viagens internacionais, há documentação específica. Para saber mais, consulte:

http://www.agricultura.gov.br/assuntos/vigilancia-agropecuaria/animais-estimacao.

Se a ideia é, durante a viagem, a família e o bichinho ficarem acomodados em hotel, consultas prévias em sites específicos como o Booking auxiliam a encontrar estabelecimentos que aceitam animais de estimação.

Por fim, lembre-se de, dependendo do destino, conversar com um veterinário para saber que cuidados especiais devem ser tomados. Por exemplo, nas praias e regiões com muita mata, é comum o verme do coração, causador da  dirofilariose, doença que acomete cães e gatos e cuja prevenção (feita com vermífugo específico) não é comum em todas as regiões do Brasil.

Planejando direitinho e não se esquecendo de seu bichinho, tudo dará certo!

Texto: Suzana Coelho
Ilustração: Ian Sá
ProAnima

Diabetes em cães

A conscientização é o melhor remédio! 💙

9 a 14 de novembro, data consagrada como o “Dia Mundial do Diabetes”.

Por que o cachorro desenvolve o diabetes?

Parece haver vários fatores que contribuem para o desenvolvimento do diabetes em cães. Pode ser um fator genético (o cão nasce com a propensão à doença e a má alimentação ajuda no aparecimento do diabetes) ou imunomediados: isso significa que o sistema imunológico do cão trabalha contra o pâncreas à medida que este tenta produzir insulina.

Quais cães correm mais risco de desenvolver o diabetes?

Cães de qualquer idade podem desenvolver o diabetes, mas a maioria tem entre 7 e 9 anos. As fêmeas parecem estar em um grupo de maior risco. Algumas raças parecem também ser mais propensas, sobretudo os Samoyeds, terriers australianos, schnauzers miniatura, pugs, poodles miniatura e poodles toy. Cães que tiveram diversos episódios de pancreatite também podem ser mais propensos a desenvolver diabetes melitus.

Quais os sinais e sintomas do diabetes em cães?

A maior parte dos cães com diabetes tem mais sede e urina mais. Embora o apetite geralmente seja bom ou até maior que o normal, muitas vezes há a perda de peso. Alguns cães, no entanto, podem tornar-se obesos. Em alguns casos, a cegueira devido a catarata pode ser a primeira indicação ao dono que existe um problema. A catarata se manifesta com olhos opacos ou perda da visão.

Várias doenças ocorrem em conjunto com o diabetes melitus, incluindo a doença de Cushing (hiperadrenocorticismo), infecções do trato urinário, o hipotiroidismo, a pancreatite aguda e câncer. A presença destas doenças pode complicar o diagnóstico e o tratamento efetivo do diabetes.

Cães podem desenvolver uma graves complicação devido ao diabetes conhecido como cetoacidose. Nesta condição grave, a glicose no sangue aumenta muito e partículas de gordura (cetonas) presentes no sangue se acumulam. Isto pode causar letargia grave, fraqueza e vômito.

Como o diabetes é diagnosticado em cães?

O diabetes em cães é diagnosticado com base nos sinais clínicos, e como descrito acima, pela presença de glicose na urina, e de testes de sangue que demonstram a glicose persistentemente alta. Pelo fato de existirem complicações, muitas vezes devido outras doenças presentes, geralmente os seguintes exames são recomendados: hemograma completo, exame bioquímico e exame de urina.

Como o diabetes é tratado em cães?

O diabetes não pode ser curado, mas pode ser controlado. O diabetes em cães é tratado pela combinação de exercícios físicos regulares, dieta controlada e insulina.

Exercicios

A quantidade de insulina necessária para um animal é diretamente ligada à sua dieta e produção de energia. Um cão que corre todo dia vários quilômetros com seu dono terá necessidade muito diferente de insulina do que cão sedentário. Ao regular a insulina, é importante que o cão faça aproximadamente a mesma quantidade de exercício todos dia.

Dieta

A dieta é outro fator que influencia muito a dose de insulina. O cão deve receber a mesma quantidade de ração todos os dias e ser alimentado sempre nos mesmos horários. Geralmente o cães são alimentados duas vezes ao dia antes de receber a insulina. A maioria dos cães diabéticos se sentem melhor com uma dieta rica em fibras insolúveis, como a Purina DCO. Você deve eliminar os petiscos conforme as instruções de seu veterinário.

Insulina

Há vários tipos de insulina utilizados no tratamento de cães diabéticos. As características diferem quanto à origem, duração de ação, concentração e a frequência de administração. A insulina mais comum utilizada em cães é a NPH (Humulin-N ou Novolin-N).

Normalmente, a primeira dose de insulina é dada quando o cão ainda está no hospital e o açúcar no sangue é medido na frequência de 2 a 4 horas. As doses seguintes podem ser ajustadas dependendo dos níveis de açúcar no sangue e a duração de seu efeito. Pode demorar de algumas semanas até dois meses, e vários testes de laboratório para encontrar a dose de insulina mais apropriada para seu cão.

Seu veterinário irá lhe mostrar como manipular adequadamente, medir, e aplicar a insulina em seu cão.

Monitoramento caseiro 

Cães diabéticos devem ter cuidadoso acompanhamento em casa. Se você está disposto e é capaz, seu veterinário pode recomendar que você monitore o nível de açúcar no sangue de seu cão através de um monitor de glicose. Uma pequena lanceta é utilizada para perfurar a pele e obter uma pequena quantidade de sangue que é puxada para dentro do dispositivo. Na tela é mostrada a concentração de glicose na amostra. Um segundo método de monitoramento é através da verificação da urina para detecção da glicose e cetonas, utilizando uma pequena vareta. Assim, você deve tomar notas diária do alimentação de se cão, seu consumo de água e hábitos urinários. Se estes mudarem após a regulagem de insulina, pode ser a indicação de administrar mais de perto a dosagem de insulina. Nunca altere a dose de insulina com base no monitoramento feito em casa, a menos que especificamente instruído a fazê-lo por seu veterinário.

Tratamento concomitante de doenças 

Cães com doenças concomitantes, especialmente hipotiroidismo e a doença de Cushing, podem tornar a regulagem de insulina muito difícil, a menos que estas doenças também sejam tratados.

Considerações sobre o tratamento do diabetes em cães: Antes de iniciar o tratamento, é importante que o dono do cão seja bem informado e tenha tempo necessário para tomar decisões corretas pois regular o diabetes no cão requer compromisso. Os donos devem saber que:

● Deve levar algum tempo (semanas) e vários testes de laboratório para determinar a melhor dose de insulina para o seu cão.
● Para cães, a insulina é quase sempre dada duas vezes ao dia, todos os dias, em horários específicos, provavelmente por toda a vida do cão. Siga sempre as instruções de seu veterinário quanto ao tipo, quantidade e quando dar a insulina.
● A insulina deve ser manuseada adequadamente (refrigerada, nunca deve ser agitada, etc.)
● Há uma técnica correta que deve ser seguida na administração da insulina em seu cão.
● O tipo de insulina e de seringa utilizadas não devem ser alterados a menos que sob orientação do veterinário.
● O tipo e quantidade de ração, e quando o cão deve ser alimentado tem de ser compatível.
● O tipo e a quantidade de exercícios deve ser compatível.
● O cão deverá ser cuidadosamente e diariamente monitorado em casa; quando procurar por orientação e retornar para realizar check-ups dependerá sinais apresentados pelo cão.
● A necessidade de insulina muitas vezes muda com o tempo e a dose de insulina pode precisar de ajustes periódicos baseados em testes de laboratório.
● Condições de emergência de baixa de açúcar no sangue (hipoglicemia) pode ser verificada se muita insulina é administrada em relação à ingestão de alimentos. O dono deve saber quando ocorre, os sinais apresentados e como controlá-la.
● Um nível alto de açúcar no sangue é melhor do que excessivamente baixo.
● Doenças ou procedimentos que o cão possa ter no futuro (por exemplo, cirurgias ou limpeza dos dentes) podem precisar de ser gerenciados de maneiras diferentes devido ao diabetes.

hiperglicemia (açúcar elevado no sangue) é sempre melhor do que a hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue).

Hipoglicemia

Você deve monitorar cuidadosamente seu cão para detectar sinais de hipoglicemia. Esta é uma condição em que o nível de glicose no sangue fica muito baixo. Isto normalmente ocorre quando a dose de insulina é muito elevada em relação ao consumo de ração, ou em casos de aumento dos exercícios físicos. Isto pode ser uma doença grave e até fatal, então você precisa entender quais sinais procurar e o que fazer se você percebê-los.

Causas da hipoglicemia: A maior parte das causas de hipoglicemia em cães diabéticos pode ser prevenida ou prevista. A hipoglicemia é resultado de:

● Administração de muita insulina. Isto ocorre se a insulina incorreta ou o tipo errado de seringa é utilizado ou talvez uma segunda dose de insulina é dada devido à falta de comunicação entre os membros da família. Pode ainda ocorrer ao se tentar compensar a primeira dose que foi dada incorretamente. Raramente, um cão pode sofrer remissão espontânea de seu diabetes, ou seja, de repente insulina suficiente é produzida pelo organismo e a insulina suplementar não é mais necessária. Como e por que isso ocorre não é bem compreendido ainda, e pode ser apenas um fenômeno temporário.
● Alteração da ingestão de alimento. Se a insulina foi administrada mas o cão não se alimentou, o excesso de insulina, em relação à quantidade de glicose disponível nocorpo causará a diminuição da glicose do sangue. Similarmente, se a alimentação não é dada na hora correta ou um alimento diferente é dado, pode ocorrer a hipoglicemia.
● Aumento de exercícios físicos ou aumento do consumo de calorias. Se o corpo utiliza mais glicose para ter energia, ele pode utilizar mais glicose da corrente sanguínea.
● Dose insuficiente. Se a dose de insulina é insuficiente ou se a dose foi dada muito antes da hora no processo de adaptação, pode ocorrer a baixa da glicose
● Alterações do metabolismo causadas por outras doenças. Infecções, alguns medicamentos, os ciclos de calor e doenças hormonais (ou seus tratamentos) podem resultar em alterações da necessidade de insulina pelo organismo.

Os sinais de hipoglicemia: Cães com hipoglicemia ficam deprimidos e apáticos; podem demonstrar fraqueza, espasmos musculares, ou má coordenação; podem ficar entorpecido em chegar ao estado de coma, ter convulsões ou até morrerem. Quanto mais cedo os sinais são reconhecidos, mais fácil e mais bem sucedido é o tratamento.

O tratamento da hipoglicemia: O gerenciamento caseiro da hipoglicemia depende de se reconhecer os seus sinais iniciais. Se o cão é capaz de comer, ofereça-lhe comida comum. Se ele recusar, mas ainda assim puder engolir, ofereça-lhe um pouco de xarope Karo ®. Se ele ainda não é capaz de engolir, aplicar o xarope Karo nas gengivas. Se o cão responder, alimente-o. Contate seu veterinário para determinar se há necessidade de internação ou se outro tratamento é necessário.

Complicações adicionais causadas pelo diabetes em cães

Além da hipoglicemia, existem outras doenças que se tornam mais comum em cães com diabetes.

Infecções do trato urinário: Pelo fato da urina ser diluída e muitas vezes conter açúcar, infecções bacterianas do trato urinário são comuns em cães diabéticos. Se você perceber que seu cão passou a urinar mais ou faz força para urinar ou está urinando apenas em pequena quantidade, ou ainda tenha a urina descolorida, contate o seu veterinário.
Outras infecções: Parece que os sistemas imunológico dos cães diabéticos não funciona adequadamente como o de um cão saudável.O resultado é que eles são mais suscetíveis a outras infecções.

Catarata: a catarata se desenvolveu em até 80% dos cães diagnósticados com o diabetes melitus. Ela pode ser eficazmente tratada através de remoção cirúrgica.

Outras: embora seja raro, cães com diabetes podem ter pressão arterial alta, a uveíte (inflamação dos olhos), doenças renais e aterosclerose (endurecimento das artérias).

Conclusão

Cães com diabetes são geralmente fêmeas de meia-idade e demonstram de aumento da sede, da urina e do apetite. O diagnóstico é baseado em sinais clínicos, testes de sangue de laboratório e testes de urina para verificar os níveis de glicose. O tratamento consiste em administrar insulina, dieta e exercício físicos. A hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) é uma complicação perigosa que pode ocorrer ao se tratar o diabetes e os donos devem conhecer os sinais e seu tratamento. Outras doenças, especialmente o hipotiroidismo e a doença de Cushing podem complicar o tratamento do diabetes. Infecções do trato urinário e catarata são mais comuns em cães diabéticos.

Fonte: Diabetes em cães: causas, sintomas, tratamento – Tudo Sobre Cachorros

O que fazer ao encontrar um cachorro na rua

Saiba como deve prosseguir para resgatar um cachorro ou gato que

encontrou na rua.

Encontrar um animal na rua é uma das situações mais difíceis para qualquer pessoa que se sensibiliza com a dor e o sofrimento dos que vivem as margens da sociedade, realmente em uma realidade que parece ser invisível. No caso dos animais, é uma questão ainda mais dramática, pois eles não têm voz e suas vidas são muitas vezes vistas como de menor importância.

Como posso resgatar animais abandonados nas ruas.

Infelizmente, é muito mais comum encontrar animais nas ruas do que gostaríamos que fosse, já que vivemos em um descontrole total quanto a natalidade dos animais que moram nas ruas, não há políticas públicas suficientes que lidem com a problemática e a sociedade civil continua abandonando e permitindo que os animais procriem sem nenhum plano posterior quanto aos filhotes.

Chegamos ao ponto que, apenas no Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde, são 30 milhões de animais abandonados, sendo 20 milhões de cachorros e 10 milhões de gatos. Para cada cinco habitantes, há um cachorro abandonado.

Se você se sensibilizou com um animal e quer ajudar, saiba que é possível. A questão é que não fazer nada e se omitir também é fazer parte do problema. Confira uma lista de soluções para as questões mais comuns sobre o tema.

 

“Encontrei um cachorro na rua, o que posso fazer?”

Primeiro e mais importante passo é não deixá-lo desamparado. Leve-o ao veterinário para garantir que a saúde do animal está bem e para oferecer o tratamento que ele tanto precisa. Os cães que moram nas ruas geralmente estão com a saúde enfraquecida, já que não se alimentam direito e vivem expostos ao tempo.

Nesse caso, é você quem paga a conta no veterinário.

Capturando o animal

Nem sempre o animal estará disposto a ir de primeira quando você chamar. Ninguém nunca sabe o nível de abuso que um cachorro ou gato podem ter sofrido no passado então muitos podem não confiar em humanos.

Uma técnica muito usada é levar alguma comida para que o animal venha até você com mais facilidade e ter paciência para persistir.

Para o transporte, leve uma caixa de transporte (se possuir uma) e garanta que terá uma carona para o veterinário e outros caminhos necessários.

No caso dos gatos ferais, há armadilhas seguras de gaiola já que eles não se aproximarão com facilidade.

Castrar o animal é primordial

Um animal não deve nunca ser disponibilizado para adoção se o mesmo não estiver castrado e ponto final. Deixá- lo sem ser castrado não ajuda em nada, pelo contrário, só perpetua um ciclo vicioso que é o que justamente devemos combater. Caso você não tenha recursos financeiros para pagar uma castração, há prefeituras que disponibilizam castração gratuita, há mutirões realizados pela sociedade civil que também oferecem castração e há médicos veterinários e clínicas que fazem a castração por um preço mais acessível e social. Se informe, seja na internet ou no seu bairro, aonde é mais em conta para castrar o animal. A castração é um ato de amor!

Leia mais sobre o tópico e desmistifique os preconceitos:

Castração é a melhor escolha? / Castração – Pré-cirúrgico, dia da cirurgia e pós-operatório / Castração de cachorros

“Não tenho dinheiro para resgatar/pagar o tratamento de um animal”

Se você não tiver o dinheiro para custear o veterinário, possíveis remédios, a necessária castração e a alimentação, considere trazer seus familiares e amigos para a causa. Efetuar uma rifa, fazer uma vaquinha virtual também podem levantar dinheiro para o cuidado geral do animal.

Ha clínicas que efetuam o atendimento e ou tratamento de graça ao a baixo custo. Fizemos um banco de dados que reúne os Hospitais e Clínicas Veterinárias de baixo custo no Brasil (acesse aqui). Essa iniciativa está sempre em evolução e nós contamos com a ajuda do público para nos informar e deixar ainda mais completo com informações atuais.

Considere oferecer um lar lemporário ao animal

Enquanto o animal ainda está em tratamento, você pode levá-lo para a sua casa e oferecer um lar temporário. Mesmo que não possa se comprometer a longo prazo com a adoção, por qualquer motivo que seja, ele estará amparado até que você encontre alguém para adotá-lo.

“Não tenho espaço na minha casa/apartamento para resgatar um animal”

Nesse caso você pode procurar com algum amigo ou parente alguém que tenha um local que sirva de abrigo para que o cachorro ou gato possa, por enquanto, ser acolhido.

Para quem puder pagar por um hotelzinho pet, há hóteis que se disponibilizariam a até mesmo fazer um preço mais em conta.

“Não tenho tempo para resgatar um animal”  ou “Trabalho o dia inteiro e não posso resgatar um animal”

Nesse caso, você pode contar com a ajudar de seus pais, amigos ou familiares que poderão dividir o fardo com você e cuidar pelo menos por um período do dia ou da semana do animal.

Para quem tiver uma condição financeira melhor, há Day Cares (ou creches) que cuidam dos animais e também há os hoteizinhos pets que aceitariam ficar com o animal durante o dia (lembrando que esses serviços são pagos).

Mesmo que o animal precisar ficar por mais tempo sozinho em sua casa, ainda assim é melhor que na rua. Para compensar o tempo que ele fica sozinho, não deixe de passear e dar atenção quando chegar.

E se eu castrar e devolver o animal as ruas?

Há um método chamado C.E.D (Captura, Esterilização e Devolução) que visa diminuir as matilhas e colônias de gatos ao castrar os animais e devolvê-los as ruas. O processo envolve a captura, esterilização, recuperação após a cirurgia e a devolução do animal ao seu território de origem.

Obviamente o ideal é que os animais tenham um lar, porém esse método visa especificamente o controle populacional dos animais que vivem nas ruas que, se deixados sem castração, podem produzir literalmente milhares de filhotes em uma questão de poucos anos.

Ele já ocorre em muitos países desenvolvidos e representa pelo menos uma maneira de remediar a situação catastrófica dos animais abandonados nas ruas brasileiras.

Assista abaixo o vídeo da ONG Bicho Brother sobre C.E.D.

 

Não deixe de oferecer comida e água aos animais de rua

Morrendo de fome, muitos animais de rua estão desesperados por um prato de comida e uma tigela de água. Sempre que possível, disponibilize alimentação e água.

Como resgatar se eu vejo um animal a cada esquina?

Realmente, o resgate de animais, ainda mais em um país como o Brasil, que sofre de um completo descontrole de natalidade, é uma tarefa mais que difícil. É duro saber que você sozinho não conseguirá mudar a vida de cada um dos animais que vê nas ruas. Ao entrar mais ainda de cabeça na causa, as coisas não melhoram, pelo contrário. Manter o bem estar dos animais em mente e a imagem da sociedade que um dia viver atingir é o foco a ser mantido.

O mais importante é seguir em frente, fazer a sua parte, seja ela pequena, mobilizar quem você conhece, conscientizar e disponibilizar informação. Há muitas outras formas, fora o resgate, de se ajudar a causa animal (confira aqui), mas sem dúvida uma única vida que você salva através da adoção já é incrível.

A medida que você for se aprofundando e tiver o desejo de transformar a vida de um número maior de animais, a criação de ONGs, projetos sociais e de conscientização sem dúvida causam um impacto grande na sociedade como um todo.

Apesar de uma voz ser pouco, muitas juntas clamando por mudanças nas leis e mais assistência aos animais um dia surtirá efeito.

Cheque se o animal tem sinais de ter uma casa e estar perdido

Pode ser que o animal que você encontrou na rua esteja perdido. Confira se ele tem uma coleira ou se está tosado. Ao levá-lo no veterinário, peça para ele checar se o animal tem um microchip ou se alguém nas redondezas está procurando por um cachorro ou gato com essas mesmas características físicas.

Há sites na internet, como o Procura-se Cachorro, que abrem a possibilidade para as pessoas não só divulgarem online os seus próprios pets que se perderam/fugiram, mas também divulgarem animais que encontraram na rua para que os donos atuais consigam achá-los.

Há muitas pessoas que, se o animal for de uma raça específica, escolhem mantê-los, mesmo quando eles têm todos os sinais de pertencerem a uma família. Por favor não façam isso! Pense que há uma família que está sofrendo, preocupada e que e sente falta de seu pet e o animal, por sua vez, também sente falta e gostaria de estar junto com sua família original. É injusto e, principalmente, deve-se ter a consciência que aquele animal não pertence a você.

O que fazer se achei uma caixa cheia de filhotes?

Nessa caso, leve em consideração que se aqueles animais não forem resgatados o quanto antes, seus corpos frágeis muito provavelmente perecerão logo. Os filhotes só podem ser desmamados no mínimo após 45 dias com a mãe, além disso você será responsável pelas vacinas (leia as vacinas que os filhotes devem tomar), remédios típicos para a idade, assim como os cuidados especiais.

Antes de doar os filhotes, é de suma importância que eles estejam castrados (há vaterinários que realizam castração pediátrica a partir de 3 meses) ou que os futuros tutores se comprometam a castrá-los em até 6 meses através do termo de adoção. Se em 6 meses os tutores não os tiverem castrado os animais, você poderá reaver os filhotes e então castrá-los e colocá-los novamente para adoção.

Disponibilizar um animal para adoção, sem ser castrado, e deixar por isso mesmo, é tapar o sol com a peneira.

Posso ligar para alguma ONG ou protetor para vir buscar o cachorro ou gato?

Lembre que as ONGs são compostas de protetores e voluntários que realmente se doam para os animais, muitas vezes se endividam para conseguir salvar mais uma vida, realizam resgates difícies e aguardam até que os mesmos possam ser adotados. Ou seja, pessoas como você, a única diferença é que elas se comprometeram. Jogar a responsabilidade de algo que você poderia estar fazendo em ombros já sobrecarregados de animais e pendências, é um absurdo.

Posso levá-lo para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da minha cidade?

Os CCZs já enfentam uma superlotação e dificilmente irão aceitar mais um cachorro ou gato. Se por acaso aceitarem, os animais que não foram adotados serão eutanasiados. Ou seja, você só está repassando a vida daquele animal para que alguém “dê fim” no problema. Lavando as mãos quando você no fundo sabe qual o fim que aquele ser vai ter.

Há algum orgão que recolha os animais da rua?

A resposta é não, não há nenhum orgão específico que você possa ligar que irá recolher os animais. Fica literalmente na mão da sociedade civil lidar com os cães e gatos abandonados nas ruas.

Já pensou em você mesmo adotar um animal?

A adoção é um ato de amor e uma das atitudes mais nobres que um ser humano pode fazer por um outro ser. Costumamos sempre dizer que o tutor ganha muito mais do que o próprio pet, já que a relação de amor e companheirimo que o animal oferece é algo que não se compra e nos ensina muito sobre a vida e sobre nós mesmos.

Como colocar um animal para adoção?

Você pode divulgá-lo primeiro para as pessoas que confia, no seu ciclo íntimo de amigos e parentes, pessoas que você sabe que seriam boas como tutores.

Caso ninguém possa ou queira adotar, imprima cartazes ou folhas A4 e no próprio bairro espalhe no comércio local, principalmente em pet shops e clínicas vaterinárias, com as informações do animal.

No anúncio, não deixe de descrever o animal, com fotos boas (se possível) e fale sobre suas características físicas e emocionais (se ele é bom com crianças, com outros animais, etc).

Anunciar em jornais ou revistas locais também é uma maneira de espalhar para as pessoas que vivem próximas a você.

Utilize a internet para divulgar que aquele animal se encontra para adoção. Peça para perfis de ONGs e para que os seus amigos nas redes sociais divulguem e compartilhem a informação.

“Consegui uma pessoa para adotar o cachorro/gato, e agora?”

O cachorro está tratado, bem de saúde, castrado e pronto para ser adotado. Antes de tudo, converse com ele(a) e pergunte se a pessoa já teve cães ou gatos, se entende sobre posse responsável, etc. É nessa primeira entrevista que você sentirá se a pessoa é séria e está apta a receber o animal. Claro que entrevistas podem enganar, mas você não pode simplesmente entregar o animal para qualquer um e ela de fato é a única maneira de analisar o possível tutor.

O adotande deve assinar um termo de responsabilidade que irá cuidar e proverá tudo que o animal precisa para ser feliz e saudável.

Você deve checar, depois de alguns meses, se o animal ainda está bem. Entre em contato com o animal e peça para vê-lo. Caso ele nao esteja bem, você pode reavê-lo, já que tem o termo assinado.

Para sempre ele será sua responsabilidade.

Você pode baixar o Termo de Adoção AQUI.

 

Fonte : Portal do Dog

Acorrentar um cão é crueldade

Acorrentar um cão é crueldade

São milhares e milhares os cães condenados à prisão perpétua, sem que tenham cometido nenhum crime.

Por todo o país, são muitos os cães que sofrem em silêncio, porque muitas pessoas desconhecem o sofrimento dos animais acorrentados, outras pessoas não se importam e outras simplesmente não querem se “intrometer”.

Muitos animais não têm sequer um abrigo, outros dormem dentro de um bidão ou de uma casinha que mal os protege da chuva e das temperaturas extremas. Sentam-se sobre a lama ou sobre o cimento gelado, muitas vezes não têm água fresca à disposição e raramente têm atenção.

Quase nenhum destes cães conhece outra vida que não estar amarrado a uma corrente. Quase nenhum destes cães sabe o que é passear, o que é correr atrás de uma bola, nem muito menos o que é ser acarinhado.

Acorrentados pelo pescoço, estes animais não vivem, limitam-se a existir. Existem sem respeito, sem carinho, sem exercício, sem interação social e, muitas vezes, sem os cuidados alimentares e higiênicos mais básicos. À medida que os dias se vão transformando em semanas, as semanas em meses e os meses em anos, a maioria destes cães deita-se, senta-se, dorme, come, bebe, urina e defeca dentro do mesmo raio de dois metros.

Uma vida de solidão e tormento

Manter um cão acorrentado é o pior castigo que ele pode ter. Os cães são animais de matilha, são animais sociais que precisam estar integrados numa família com a qual possam interagir. Privar um cão de interação social e de exercício físico é algo extremamente cruel que contraria a sua natureza.

Acorrentar um animal tem um efeito muito negativo no seu temperamento, comportamento e saúde. Um cão que passa o dia todo ou a maior parte dele preso começa a desenvolver problemas psicológicos, pois o seu instinto natural de estar em grupo é suprimido.

Um cão acorrentado ou isolado apenas consegue aprender que detesta o isolamento e que detesta ter a sua liberdade e os seus movimentos restringidos, enquanto o resto do mundo movimenta-se à vontade. Um cão acorrentado é um animal constantemente atormentado.

Nenhum mal fez, mas vive preso uma vida inteira. Sendo um animal altamente social, para o cão este é um castigo pior do que a morte. Privados de passeios, brincadeiras e interação social e sem receber carinho, um cão acorrentado não vive, limita-se a existir sem dignidade.

Fonte: Abrigo Piccolina

Médica Veterinária graduada pela Universidade Metodista de São Paulo. Pós-graduada em Clínica Médica de Pequenos Animais, pela mesma universidade; e em Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais, pelo Instituto Qualittas. Diretora Técnica da ONG Soul Animal, de Extrema-MG.

1º Fórum Regional de Politicas Públicas Bem Estar Animal

1º Fórum Regional de Politicas Públicas Bem Estar Animal

Abertas as inscrições para Fórum Regional que

debaterá bem-estar animal

O evento ocorre no dia 30, será gratuito e aberto para toda a comunidade.

OAB

Jornal do Santa

Estão abertas as inscrições para quem pretende participar do Fórum Regional de Políticas Públicas voltadas ao Bem-Estar Animal, uma realização da Secretaria Municipal de Promoção da Saúde (Semus) e do Conselho Municipal de Bem-Estar Animal (Combea). O evento ocorrerá no dia 30 de setembro, das 9h às 16h, na Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi). O encontro será gratuito e aberto para toda a comunidade. Interessados devem preencher a ficha de inscrição neste link. Importante ressaltar que as vagas são limitadas.

Na ocasião, a organização aceitará a doação de cobertores e roupas para cachorros. Durante o dia, os participantes terão a oportunidade de interagir com especialistas e debater sobre diversos temas, entre eles controle populacional, rastreabilidade de cães e gatos e socorro a animais em casos de desastres naturais.

A sede da Ammvi está localizada na Rua Alberto Stein, 466, no bairro Velha.

Programação do Fórum
9h às 9h30 – Abertura

9h30 às 10h30 – Bem-Estar Animal e Controle Populacional
Palestrante: Luis Carlos Kriewall, veterinário, coordenador da Política de Proteção aos Animais de Blumenau, especialista em Políticas Públicas e Planejamento em Projetos para a Saúde e mestre em Educação

10h30 às 11h30 – Rastreabilidade de cães e gatos: uma necessidade urgente
Palestrante: Edgar Cardoso, veterinário e professor do curso de Medicina Veterinária da Furb

11h30 às 12h15 – Debate

12h15 às 13h30 – Almoço

13h30 às 14h30 – Socorro a animais em desastres naturais
Palestrante: Halem Guerra Nery, ativista pelos direitos dos animais, membro fundador e ex-presidente da Associação Catarinense de Proteção aos Animais (Acapra) e, atualmente, presidente do Instituto Ambiental Ecosul de Santa Catarina e membro do Grupo Especial de Defesa dos Direitos dos Animais do Ministério Público de Santa Catarina

14h30 às 15h30 – Bem-Estar Animal e as suas liberdades e Bem-Estar Animal x Festas Tradicionalistas
Palestrantes: Bruna Helena Kipper, veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da Furb, e Augusto Eneas Upnmoor, veterinário e servidor da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc)

15h30 às 16h – Debate

Assessor de comunicação: Felipe Elias

Agradecemos o apoio do Prefeitura de Blumenau e em especial ao Prefeito Napoleão Bernardes por fazer a diferença na causa animal.

Crmvsc

No sábado (30), o CRMV-SC participou do 1º Fórum Regional de Politicas Públicas Bem Estar Animal em Blumenau. Durante o evento, o Assessor Técnico do Conselho, Med. Vet. Fernando Zacchi, falou sobre controle populacional e participou de discussões relacionadas ao bem-estar animal, abrangendo outros temas como rastreabilidade de cães e gatos e socorro a animais em casos de desastres naturais. O Fórum, promovido pela Prefeitura de Blumenau, reuniu 50 pessoas na Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi).FOTO – da esq. para a direita – Secretaria Municipal da Saúde: Maria Regina e Dr Luís Carlos Kriewall; Sueli Amaral, Presidente da Hachi Ong Med. Vet. Fernando Zacchi (CRMV-SC) e o Prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes.

CRMV-SC participa do 1º Fórum Regional de Políticas Públicas Bem-Estar Animal de Blumenau

No último sábado (30), o CRMV-SC participou do 1º Fórum Regional de Politicas Públicas Bem Estar Animal em Blumenau. Durante o evento, o Assessor Técnico do Conselho, Med. Vet. Fernando Zacchi, falou sobre controle populacional e participou de discussões relacionadas ao bem-estar animal, abrangendo outros temas como rastreabilidade de cães e gatos e socorro a animais em casos de desastres naturais. O Fórum, promovido pela Prefeitura de Blumenau, reuniu 50 pessoas na Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi)

Fórum encerrou oficialmente a programação comemorativa aos 167 anos de Blumenau.

Encerrando as atividades alusivas aos 167 anos da cidade de Blumenau, a Prefeitura de Blumenau realiza nesta manhã, o Fórum Regional de Políticas Públicas voltadas ao Bem-Estar Animal na Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi). O encontro visa discutir ações na área do bem-estar animal, abrangendo questões relacionadas a temáticas, como o controle populacional, rastreabilidade de cães e gatos e socorro a animais em casos de desastres naturais.
Buscamos desenvolver em nossa cidade o conceito mais avançado que há em termos de dignidade e proteção animal, servindo também como referência para muitos municípios. Avanço importante para a política de saúde pública animal e humana!

#blumenaumelhor #políticapública #animais #proteção #fórumregional

 

 

Cerca de 50 pessoas se reúnem para discutir

bem-estar animal (Prefeitura de Blumenau-SC)

A Cidasc esteve presente no 1° Fórum Regional de Políticas Públicas Voltadas ao Bem-Estar Animal, realizado no dia 30 de setembro, no auditório da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí – AMMVI. O evento foi organizado pela Secretaria Municipal de Saúde de Blumenau e Conselho Municipal de Bem-Estar Animal – Combea. 👨👩📝🐮🐕🐈

👉 Saiba mais em: goo.gl/1JR3uD

#Cidasc #SC #BemEstarAnimal#DefesaAgropecuária

Cidasc participa do I Fórum Regional de Políticas Públicas Voltadas ao Bem-Estar Animal, em Blumenau 

 

ARTIGO DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS

A vida animal em todas as suas formas foi comemorada dia 4 de outubro. Esta importante data destaca o quanto somos dependentes deles e nos relembra o quanto devemos a eles. Desde quando nos forneciam alimentos e proteção e auxiliavam como força motora, até os dias de hoje, em que se incluíram em nossas casas mantendo uma relação afetiva. Recentemente, em Blumenau, tivemos a oportunidade de reunir pessoas e entidades preocupadas com a causa, no 1º Fórum Regional de Políticas Públicas voltadas ao Bem-Estar Animal. Firmou-se, aí, um marco para elaboração e criação de diretrizes, a fim de nortear o controle populacional de cães e gatos, com o intuito de reduzir o número de animais errantes nas ruas, o abandono, as ocorrências de maus-tratos e conscientizar e responsabilizar pessoas sobre a guarda responsável de animais. Neste sentido, queremos reforçar os objetivos do Cepread (Centro de Prevenção e Recuperação de Animais Domésticos), que são: recuperar, castrar, vacinar e doar animais errantes que tenham sofrido algum tipo de agravo ou doença; desenvolver atividades de controle populacional por meio de esterilizações cirúrgicas dos animais; promover as atividades de fiscalização de maus-tratos e abandono de animais; promover atividades de educação em saúde em todos os níveis escolares e para população em geral; desenvolver o cadastro e identificação de animais; promover o controle do comércio e movimentação de cães e gatos. As dificuldades em gerir e desenvolver ações para o bem-estar animal são reais, mas é preciso reconhecer os avanços que Blumenau tem alcançado. O Combea (Conselho Municipal de Bem Estar Animal) é primordial para discussão e desenvolvimento das políticas públicas da área e se torna instrumento para a disseminação e promoção do bem-estar animal na cidade e região. Que o Combea frutifique e possa reunir outros conselhos, para que possamos transpor novas etapas de desenvolvimento e, a médio e longo prazo, colhermos os frutos do controle populacional de animais e da redução de maus-tratos, promovendo, assim, o bem-estar animal, podendo comemorar efetivamente o Dia Mundial dos Animais. *Médico veterinário e coordenador de Política Municipal de Bem-Estar Animal

LUIS CARLOS KRIEWALL*

 

 

Educação Humanitária – Blumenau e Brusque

Sensacional o Curso de Educação Humanitária  sucesso em Brusque e em Blumenau , agradeço a Elizabeth MacGregor do Fórum Animal  a presença do Vereador Bruno Cunha  a parceria da Prefeituras de Brusque, Uniasselvi Assevim, Secretaria da Educação e Acapra Brusque  Prefeitura de Blumenau, Secretaria da Educação, Etsus,Cepread, Focinho Feliz Ong, Aprablu e Hachi Ong e claro em especial aos professores que tiraram um dia para participar do Evento e os alunos da medicina Veterinária da Furb.

Em Brusque com mais de 90 Professores e 3 Ongs presentes

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Em Blumenau com mais de 90 participantes e 4 Ongs

Fan page Evento Blumenau 

Você gostaria de receber uma qualificação em#EducaçãoHumanitária

Amanhã estaremos em Brusque (27/04) e depois de amanhã em Blumenau (28/04) ministrando nosso Programa de Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal.

Se quiser participar, entre em contato com Madalena da Focinhos Felizes (ousar@terra.com.br) em Brusque e Sueli da Hachi Ong (onghachi@gmail.com) em Blumenau.

Nossa gratidão às nossas afiliadas catarinenses Focinhos Felizes, Hachi Ong, Acapra-Brusque e Aprablu, que fizeram desde todos os contatos com Prefeituras e Secretarias Municipais de Educação e outros órgãos educativos para a realização desses eventos.

Fonte:Fórum Animal

Focinho Feliz – Aliança Educacional

 

Educação Humanitária

Por meio do programa Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal (EAHBEA), o Fórum Animal percorre diversos municípios do Brasil fazendo o que consideramos de importância extrema: o enraizamento do respeito à vida animal em gerações presentes e futuras por meio da educação.

Nossa diretora de educação já trabalhou em 57 municípios de dez Estados brasileiros e capacitou mais de 8.000 docentes, gestores e coordenadores pedagógicos, que têm o potencial de disseminar esse conhecimento a milhões de alunos da educação infantil, ensino fundamental e médio. Nosso material didático, que foi impresso com apoio da empresa sueca de embalagens Tetra Pak, foi reconhecido pela Coordenação Geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação (MEC) e é distribuído gratuitamente aos professores capacitados. 

Atualmente, o sistema de educação brasileiro é bastante falho no que se refere à construção de um paradigma de valores sustentáveis, que garantam que nossos jovens reconheçam os animais como seres sencientes – que como nós sentem dor, medo, estresse, tristeza ou alegria. Nós preenchemos essa lacuna, disseminando não só o conceito de senciência animal, como também as implicações do abandono de animais domésticos, conceitos de guarda responsável e diversos outros hábitos e escolhas pessoais que podem fazer uma grande diferença para os animais e para o meio ambiente.

Construa conosco um futuro onde o respeito pelos animais seja um valor compartilhado por todos

Como os treinamentos são feitos

Os cursos, com uma carga horária média de oito horas, são oferecidos através de convênios formalizados entre as Secretarias de Educação de cada município. O conteúdo inclui conceitos como senciência e bem-estar animal e análises das implicações éticas e ambientais do uso de animais domésticos e silvestres.

O poder de multiplicação dos educadores é imenso. Além de alcançarem seus próprios alunos em sala de aula, os educadores também podem atuar envolvendo pais, familiares e outros docentes convidando-os para reuniões e promovendo exposições onde podem ser exibidos os resultados das atividades com os alunos.

Também estamos trabalhando para que o Projeto de Lei 689/11, apresentado pelo deputado federal Ricardo Tripoli, e já aprovado pelas Comissões de Meio Ambiente e de Constituição e Justiça, seja sancionado. Esse PL contém emendas aos princípios da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), que foram elaboradas pelo Fórum Animal. Se aprovado, o PNEA passará a abordar, de forma explícita, a interdependência entre seres humanos, outras espécies animais e os seus impactos no meio ambiente.

Se isso se concretizar, a questão ambiental será discutida de forma muito mais ampla e eficaz e trará uma real mudança de paradigma, passando de uma visão limitada e antropocêntrica para uma perspectiva biocêntrica e sistêmica, onde os animais são reconhecidos como seres merecedores de respeito e compaixão.

Para saber como levar o programa EAHBEA para seu município entre em diretamente com Elizabeth Mac Gregor, nossa diretora de educação (emacgregor@forumanimal.org).

Fonte : Fórum Nacional  de Proteção e Defesa Animal

Educação Humanitária em Blumenau 28 de abril e Brusque 27 de abril

Brusque 27 de abril

É com muito orgulho que apresentamos a vocês um evento super importante que vamos realizar em nossa cidade.

A Acapra em parceria com a ONG Hachi de Blumenau e o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, trazem a Brusque no próximo dia 27 de abril de 2017  a professora Elizabeth MacGregor, para ministrar um curso de capacitação que será oferecido a todos os professores de Ciências e Biologia, Coordenadores Pedagógicos de Educação Infantil e estudantes de Pedagogia da cidade.

O curso capacitará estes profissionais a trabalharem este tema tão importante que é o Bem Estar Animal com os alunos.

Todas as escolas já receberam o convite.

Esperamos que com a realização deste curso, nossos professores que tem papel tão importante na formação dos cidadãos de Brusque, estejam a cada dia mais preparados para lidar com este tema em suas escolas!

ASSEVIM – Unidade de Brusque – Uniasselvi

Local:  Gregório Diegoli, 35 – São Luiz, Brusque 

 Horário :8:00 horas até as 17:30 horas.
 Inscrições e mais informações pelo e-mail acaprabrusque@gmail.com
Curso com Certificado

Fonte : Acapra Brusque

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Convite – Curso de Educação Ambiental Humanitária em Bem -Estar Animal

Blumenau – 28 de abril

Parceria entre Ongs em Blumenau com as seguintes entidades de proteção animal, que se juntam à signatária na presente solicitação de apoio da SEMED:

CEPREAD – Centro de Prevenção e Recuperação de Animais Domésticos

Ong Focinho Feliz

APRABLU – Associação Protetora de Animais de Blumenau

Hachi Ong – proteção Animal

Operação Gato de Rua

Apoio: Agrosul e Boa Vida Pet.

Local em Blumenau:ETSUS Blumenau

Rua Dois de Setembro,1510 – Itoupava Norte

Horário: 9:00 horas às 18:00 horas

Inscrições para Blumenau com o e-mail

ousar@terra.com.br

Curso com Certificado

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Convite – Curso de Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal

Convite – Curso de Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal

28 de Abril em Blumenau

Educação Humanitária

Construa conosco um futuro onde o respeito pelos animais seja um valor compartilhado por todos

Municípios Beneficiados

Amazonas – Manaus, Parintins, Nhamundá, Silves, Presidente Figueiredo, Urucará, Itapiranga, São Sebastião, Tefé.

Bahia – Lauro de Freitas

Distrito Federal – Brasília

Mato Grosso do Sul – Três Lagoas, Selvíria, Brasilândia, Ponta Porã

Pará – Faro, Terra Santa

Paraná – Matinhos;

Piauí – Teresina

Rio de Janeiro – Rio de Janeiro (capital), Petrópolis, Valença, Maricá, Resende, Barra do Piraí, Miguel Pereira, Vassouras, Cachoeiras de Macacu, Guapimirim, Niterói, Três Rios, Nova Friburgo;

Rio Grande do Sul – Porto Alegre, Estância Velha, Campo Bom, Ivoti, Arroio do Sal, Tramandaí,

Imbé, Capão da Canoa, Novo Hamburgo;

Santa Catarina – São Francisco do Sul, Siderópolis;

São Paulo – São Paulo (capital), Avaré, Santo André, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, Andradina, Araçatuba, Votuporanga, Sta. Cruz do Rio Pardo, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Atibaia.

Como os treinamentos são feitos

Os cursos, com uma carga horária média de oito horas, são oferecidos através de convênios formalizados entre as Secretarias de Educação de cada município. O conteúdo inclui conceitos como senciência e bem-estar animal e análises das implicações éticas e ambientais do uso de animais domésticos e silvestres.

O poder de multiplicação dos educadores é imenso. Além de alcançarem seus próprios alunos em sala de aula, os educadores também podem atuar envolvendo pais, familiares e outros docentes convidando-os para reuniões e promovendo exposições onde podem ser exibidos os resultados das atividades com os alunos.

Também estamos trabalhando para que o Projeto de Lei 689/11, apresentado pelo deputado federal Ricardo Tripoli, e já aprovado pelas Comissões de Meio Ambiente e de Constituição e Justiça, seja sancionado. Esse PL contém emendas aos princípios da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), que foram elaboradas pelo Fórum Animal. Se aprovado, o PNEA passará a abordar, de forma explícita, a interdependência entre seres humanos, outras espécies animais e os seus impactos no meio ambiente.

Se isso se concretizar, a questão ambiental será discutida de forma muito mais ampla e eficaz e trará uma real mudança de paradigma, passando de uma visão limitada e antropocêntrica para uma perspectiva biocêntrica e sistêmica, onde os animais são reconhecidos como seres merecedores de respeito e compaixão.

Lutando por uma mudança de paradigma

Depoimentos

“O curso foi um divisor de águas em minha formação como profissional. Abriu fronteiras, me fez ver um horizonte bem informado e criou em mim o desejo de ser multiplicadora do projeto. Irei levar todo o conhecimento aos meus colegas de trabalho, espalharei a semente. Muito obrigada, vocês mudaram minha visão”.

Juliana Matias e Costa

Araçatuba/SP

“Foi uma das melhores formações que tivemos nos últimos tempos. A sensibilização de que os animais sentem, raciocinam e as consequências das nossas atitudes sobre a vida deles nos torna responsáveis pelas nossas ações”.

Adriana Backes, Ieda Morais, Suemilda Silva, Micheli Bernardes, Claudia Vogel, Ana Schaeper, Rosemari Silva e Julio Konrath

Novo Hamburgo/RS

“A palestra foi maravilhosa. Confesso que pensei que o assunto em pauta não era ligado à minha área especificamente. No decorrer do dia percebi o quanto o conteúdo é relevante e está totalmente ligado a minha atuação profissional. Com certeza somará nas minhas aulas”.

Elizandra Bittencourt

Arroio do Sal/RS

Ajude-nos a levar esse trabalho para todo o Brasil. Não vamos parar até que todos os educadores do Brasil tenham recebido essa capacitação. Juntos, nós podemos construir uma nova sociedade onde o respeito à vida animal seja um valor nacional, compartilhado por todos os brasileiros.

Para saber como levar o programa EAHBEA para seu município entre em diretamente com Elizabeth Mac Gregor, nossa diretora de educação (emacgregor@forumanimal.org).

Como ajudar um animal maltratado a recuperar a confiança

Como ajudar um animal maltratado a recuperar a confiança

Muitas vezes queremos ajudar um cão de rua ou abandonado e nos damos conta de que ele reage de uma maneira diferente da que esperamos: quer morder, late, treme ou sai apavorado. Por quê? Certamente porque foi maltratado no passado e tem medo. É fundamental saber como tratá-lo para que ele possa recuperar a confiança. O trauma que ficou pelos maus-tratos sofridos é grande, mas pouco a pouco irá desaparecer.

Maus-tratos contra animais: não só é físico

Antes de falarmos sobre como agir ante um cão que sofreu maus-tratos, é preciso entender o que lhe aconteceu. Os cães, assim como as pessoas, podem ter sequelas profundas em sua forma de agir e de se relacionar com outros devido aos traumas que sofreram no passado.

É necessário levá-lo a um médico veterinário para que ele nos ajude a elucidar o que lhe aconteceu e de que maneira tratá-lo. Também, o especialista nos dirá se o caso é de maus-tratos físicos ou emocionais (ou ambos).

O primeiro requer um exame clínico minucioso para detectar a tempo se há algum tipo de lesão externa ou interna. Os tecidos, os órgãos ou o sistema ósseo podem ter sido afetado por golpes, assim como também seus sistemas neurológico e muscular.

Os maus-tratos emocionais não podem ser determinados por exames médicos, mas sim pela observação de seu comportamento e de suas reações. O abandono, a falta de afeto, a desnutrição, feridas não curadas, doenças, não ter sido vacinado, ter tido muitas gravidezes… tudo isso pode significar que o cão não foi cuidado como se deve.

Nestes casos ele também precisa de um tratamento médico que inclua uma dieta equilibrada, a cura de suas feridas, a vacinação e a esterilização.

O que fazer ante os maus-tratos contra animais?

Se o cão estiver em uma casa onde o maltratam, é preciso informar às autoridades competentes para que analisem a situação e, se for necessário, que levem o animal a uma associação protetora. Se o encontramos na rua e queremos adotá-lo, devemos saber que sua recuperação pode demorar muito ou pouco tempo, de acordo com a extensão dos maus-tratos.

Não é possível determinar o tempo de tratamento médico ou psicológico (com psicológico nos referimos aos cuidados que daremos ao peludo), já que tudo depende da idade, dos danos, da personalidade do cão, etc.

Como donos, socorristas ou ajudantes, o que não podemos fazer sob nenhum ponto de vista é medicá-lo sem consultar um profissional, continuar com os maus-tratos, gritar e pensar que um prato de comida e um banho são suficientes para curar o bichinho.

Passos para recuperação de um cão que foi maltratado

Um animal prejudicado física ou emocionalmente agirá de maneira estranha, mesmo sem querer. Simplesmente ele estará se defendendo do que ele supõe que lhe acontecerá, apoiado em sua experiência passada. As condutas compulsivas serão habituais e é preciso entendê-lo e não repreendê-lo ou se zangar com ele. As chaves para a recuperação de um cão que sofreu maus-tratos são:

1.Mover-nos lentamente

As mudanças bruscas de postura o deixarão nervoso, e é provável que ele queira atacar. Os movimentos rápidos o farão recordar os episódios de violência que sofreu. Por isso, é melhor caminhar lentamente, sempre se aproximar devagar e esperar sua reação antes de prosseguirmos. Se o cão observar que o contato é suave, ele se sentirá mais confiante.

2.Usar um tom de voz suave

  1. A voz também é fundamental para criar um ambiente acolhedor no qual o peludo se sinta confortável e confiante. Se você gritar, é o mesmo que repetir a situação de trauma. Um tom grave ou alto será relacionado com a uma situação de perigo.

    3.Proporcionar proteção

    Uma manta acolhedora, um prato de comida, um pouco de água, um banho quente, uma cama sob um teto… são coisas às quais o cão não está acostumado. É preciso que ele relacione isso com algo bom e com proteção. Tente lhe acomodar em um espaço confortável para que ele se deite e durma. Uma boa ideia é que ele fique em um cômodo separado de outros animais. Assim ele se sentirá mais confiante.

    4.Levá-lo para passear

    As caminhadas e as brincadeiras no parque são um excelente presente para um cão que sofreu maus-tratos. Lembre-se de que, além de golpes e gritos, este pobre ser nunca recebeu carinho ou demonstrações de afeto. Os passeios podem ajudar muito no tratamento.

    Fonte: Meus Animais

ADOÇÃO RESPONSÁVEL

[ADOÇÃO RESPONSÁVEL]
A adoção responsável começa a partir do momento em que VOCÊ que está doando, já preparou o animal: CASTRANDO, VACINANDO E VERMIFUGANDO!
A castração é responsabilidade de quem doa! E não de quem adota!
Doar animal sem castrar é PASSAR O PROBLEMA PARA FRENTE, é o famoso ENXUGAR GELO!
NÃO ADIANTA INSISTIR!!!
NÃO DIVULGAMOS ANIMAIS SEM CASTRAR!
É triste ler anúncios: “já passou pelo veterinário tomou vermífugo e antipulgas e agora precisa de um lar”
ERRADO!!!!
A PRIMEIRA COISA QUE TEM QUE FAZER ANTES DE CONSEGUIR UM LAR É CASTRAR!!!!
Se não castrar nunca acabará o abandono!!!
NUNCA!!!!
Pense e reflita antes de passar o problema para frente!!!
Faça o correto!
QUEM AMA CASTRA! #HachiOng

Você é um Protetor? Será?Leia e Reflita!!!

AQUI

O porquê da Hachi Ong não possuir e não compartilhar a ideia de um Canil para o abrigar animais abandonados

Depois de inúmeras solicitações do porquê a Hachi Ong – Proteção Animal, não possui e não compartilha a ideia do Canil para abrigo de animais abandonados, decidimos postar um esclarecimento á respeito deste assunto.
     
A ILUSÃO DO ABRIGO!

Fonte AQUI 

Mascote da Subseção é agraciado com cortesia de Ong de Proteção Animal

Mascote da Subseção é agraciado com cortesia de Ong de Proteção Animal
http://bit.ly/2ayn9rt

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O cachorro conhecido como Theodoro, adotado em 2011, ganhou um chip de identificação e ração, doados pela Hachi, uma Ong de Proteção Animal, que tem contato próximo com a representante OAB no Conselho Municipal do Bem Estar Animal, conselheira Melissa Wolff. A presidente da ONG, Sueli Amaral, veio pessoalmente à OAB, assim como a médica veterinária Julia Tessari e também o voluntário Paulo Amaral, para conheceram o animal, que já faz parte do dia a dia da Subseção.
Esta não é a primeira atitude nobre que mereça destaque. No dia 4 de janeiro, a vice-presidente da Subseção Maria Teresinha viabilizou a construção de um canil ao cachorro.

 

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Fonte : OAB Blumenau