Abandonados no Brasil

Abandonados no Brasil

Doação de cães e gatos é um assunto muito sério.

Infelizmente, as pessoas tem um preconceito muito grande sobre animais que estão abandonados, mas não fazem ideia de como eles foram parar lá.

No intuito de conscientizar e fazer você entender que existe muito animal saudável (e de raça) que acaba morrendo por abandono e falta de cuidados, criamos esse material exclusivo.

E principalmente, que antes de comprar um animal, existem milhares de cães e gatos que estão prontos para serem adotados.

Doação de Cães e Gatos: A Verdade que Nunca Te Contaram sobre Animais Abandonados no Brasil

 

Fonte: AMOR AOS PETS!

Síndrome de Down nos animais

Síndrome de Down nos animais

Nos seres humanos, a Síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e de desenvolvimento físico, e um determinado conjunto de características físicas causadas por uma anormalidade da condição genética.

Leia também:

Saiba as principais doenças de gatos idosos e como evitá-las

Embora todos os animais possam ter anormalidades genéticas que afetem a sua aparência e seu comportamento, a síndrome de Down era amplamente considerada como uma específica condição humana, uma vez que é causada pela trissomia do cromossoma 21, que só se encontrava nos seres humanos.

Existem alguns casos raros, porém, quando determinados cães e gatos não possuem a mesma aparência gloriosa que a maior parte da espécie, quando não se comportam como um gato normal. Alguns donos chamam essa diferença de Síndrome de Down. Mas, podem os cães e gatos ter síndrome de Down?

Síndrome de Down nos animais

O que é?

  1. Apenas uma maneira para as pessoas justificarem o comportamento estranho do seu bichinho
  2. Uma anomalia semelhante à do síndrome de Down em pessoas
  3. Uma disfunção genética

Cães e gatos que tem a dita síndrome de Down, possuem olhos grandes e redondos em comparação com os olhos dos outros, a forma da face também pode ser diferente. Se comportam de forma anormal em comparação com outros. Gatos são conhecidos por serem muito ágeis e graciosos, mas os que têm síndrome de Down são desajeitados e instáveis. Eles têm má coordenação e podem esbarrar e cair constantemente. Eles também desenvolvem hábitos estranhos como sentar ou miar de um jeito diferente dos outros.

Como os seres humanos eles também são afetados na socialização. Quando a maioria dos gatos não aceitam facilmente novos companheiros, eles tendem a ser mais amigáveis. Eles também parecem não responder ao serem chamados ou repreendidos.

Os cães e gatos também podem desenvolver os mesmos problemas de saúde que um humano que sofre de síndrome de Down, como problemas cardíacos. Alguns têm problemas de visão e a ​​musculatura fraca.

Termos Técnicos

Síndrome de Down – Aspectos técnicos e Termos

Nós temos 23 pares de cromossomos. Os gatos só tem trinta e oito cromossomos, isso significa que eles só tem dezenove pares cromossômicos. Eles não podem sofrer de trissomia vinte e um, como acontece nos humanos. Os cães têm 78 cromossomos, alinhados em pares de 39.

Então, tecnicamente falando, cães e gatos não podem ter síndrome de Down. Eles podem representar as mesmas características físicas e fisiológicas como a do síndrome de Down em seres humanos, mas não é o mesmo. Eles podem, no entanto, sofrer de uma doença genética ou anomalia cromossomica.

É necessário mais pesquisas para chegar ao fundo dessa síndrome nos animais. Tal como acontece com qualquer outro transtorno animal, o melhor é saber o que é e o que ele faz para saber quais as medidas necessárias a tomar.

Eles precisam de paciência extra e um olhar atento para evitar que sejam prejudicados. Não submeta seus gatos para um ambiente que pode expô-los a perigos, como alturas e animais agressivos. Não expô-los a fiações elétricas e eletrodomésticos. Além disso, certifique-se de que os produtos químicos e outras substâncias estão fora do alcance. Não confie na sua capacidade de compreender suas instruções, especialmente em coisas que podem prejudicá-los. Eles podem não ter a capacidade física e mental que é necessário para lidar com estas situações.

Veja algumas fotos dos bichinhos que tem essa anomalia genética:

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Fonte:Portal Cães e Gatos

Benefícios de passear com seu cachorro

Benefícios de passear com seu cachorro

Quem tem um cachorro em casa sabe que levar o bichinho para passear está envolvido com algo mais do que levar o animal para fazer suas necessidades. Sabemos que é uma grande responsabilidade, porque temos de satisfazer as suas necessidades básicas, como alimentação, saúde, brincadeira e, pelo menos, uma caminhada diária. Você tem que ter em mente que existem raças que necessitam de passeios maiores ou saídas mais frequentes ao longo do dia.

Pois bem, no seguinte artigo vamos abordar os múltiplos benefícios que existem em sair com o cachorro para passear, mas os benefícios não ficam restritos ao seu animal, você e sua família podem ser muito beneficiados com essa rotina. Vamos conhecê-los?

Os benefícios do passeio para o animal

O primeiro benefício e o mais fundamental de todos é que o seu cachorro deve fazer suas necessidades na rua, assim sua casa permanecerá limpa e livre de odores. É por isso que, desde filhote, você deve ensiná-lo que na rua é o local onde ele deve se aliviar.

Outra razão pela qual é bom para passear com o animal de estimação, é porque que o animal mantém a forma, pois os exercícios queimam calorias e evitam que ele sofra obesidade, uma doença que ataca muitos cães. Desta forma serão animais que se manterão mais ativos e exercitarão suas articulações, algo que será muito útil durante a velhice.

Se você levar o seu cão várias vezes ao dia para sair, além de promover a saúde física do cão e melhorar o emocional, irá reforçar a atividade mental. Se você passear com o seu cachorro, você poderá notar que a ligação entre ele e você vai estar reforçada. As atividades pelas quais os animais são mais agradecidos são: alimentação e passeios; assim, aproveite essas saídas parbrincar com ele e para fortalecer os laços entre vocês.

Como sabem, o olfato é o sentido mais agudo de cães, eles precisam exercitá-lo porque se não há um risco deles atrofiarem. Se o seu cão sai para uma caminhada, pode aproveitar para farejar, conhecendo melhor o seu entorno.

Tem-se demonstrado que os cães que saem para uma caminhada com os donos, tornam-se mais sociáveis com os seres humanos e com outros cães. É muito bom ver o seu pet no parque com outros da mesma espécie. Assim, o seu fiel amigo não será agressivo ou sofrerá depressão.

Quando o animal volta de seu passeio é provável que esteja um pouco cansado e disposto a dormir por um tempo, desta forma você vai evitar que ele sofra de hiperatividade, ansiedade ou estresse e você terá mais tempo para fazer outras coisas, já que ele vai permanecer tranquilo.

Se você acostumar seu cão a ir para a rua, desde pequeno, ele vai se acostumar com todos os tipos de ruídos, cheiros, pessoas e até mesmo outros animais. Então, quando de repente ouvir um barulho, ele não sentirá medo, porque será familiar.

Benefícios de passear com um cachorro para você

Quem lhe disse que passear com o cachorro só tem vantagens para o animal? A verdade é que tem sido demonstrado que, se você passear com o animal de estimação, também terá benefícios.

Hoje vivemos em uma sociedade totalmente sedentária, sem quase nenhum tempo para se dedicar a nós mesmos, muito menos para fazer exercícios. É por isso que ir para um passeio com seu cão, não só é bom para que o animal se exercite, mas para você também. Você deve aproveitar estes minutos para sair com ele. Assim terá menos risco de diabetes e será muito benéfico para seu coração.

Como mencionado anteriormente nos benefícios para o seu cachorro, as ligações entre o seu animal de estimação e você são estreitadas, para aprender a interpretar o comportamento de seu cachorro é melhor atender todos os seus movimentos.

É também uma boa oportunidade para conhecer novas pessoas, especialmente pessoas que gostem de sair com seus animais de estimação, e você terá sempre um tema de conversa, troca de pontos vistas com seus amigos, etc.

Estas saídas com seu cão promovem sua autoestima e você não correrá o risco de desenvolver uma depressão, aliás, muito pelo contrário.

Muitas pessoas não têm tempo para passear com o animal de estimação e contratam alguém para fazê-lo em seu lugar. Isso é bom porque ele tem que ir para uma caminhada por uma necessidade básica. Mas lembre-se que você perde um contato muito importante entre você e seu animal de estimação.

Fonte: Meus Animais

 

 

Dia de Finados: o luto pela perda de um animal deve ser respeitado

A morte de um animal pode ser tão ou mais devastadora que a perda de

um humano.

A tradição de visitar o túmulo de entes queridos no Dia de Finados há muito tempo não é praticada apenas em cemitérios de humanos, isso porque tem sido cada vez mais comum a existência de cemitérios destinados à animais, o que faz com que inúmeros tutores dediquem parte do seu tempo, nesta data, para homenagear um animal com o qual ele conviveu e de quem sente falta.

O luto sofrido pelo tutor após um animal morrer deve ser respeitado (Foto: Divulgação)

O luto é uma experiência particular e, dessa forma, atinge cada pessoa de um jeito diferente. Mas, independentemente da intensidade e do tempo em que dura o sentimento de tristeza pela perda de um animal, o fato é que o luto deve ser respeitado.

Lamentavelmente, a sociedade não costuma entender o luto sofrido por alguém que perdeu um animal. Causa estranheza, muitas vezes, uma pessoa passar por um período de sofrimento intenso após, por exemplo, morrer o cão ou gato tutelado por ela. Essa cultura de insensibilidade diante da dor alheia prejudica a saúde mental dos tutores de animais, impedindo que sentimentos sejam expostos. Muitos deles deixam de demonstrar o que estão sentindo por medo da reação da sociedade, outros se sentem até mesmo incomodados e envergonhados por ficarem profundamente tristes com a morte de um animal.

Em um artigo publicado, em 2003, na revista Professional Psychology: Research and Practice, pesquisadores afirmaram que “muitas pessoas – incluindo tutores de animais – sentem que o sofrimento sobre a morte de um animal não é digno de tanto reconhecimento como a morte de uma pessoa. Infelizmente, isso tende a inibir que as pessoas sofram completamente quando um animal morre”.

Organizações como a canadense Blue Cross e grupos mensais de apoio em Alexandria e Fairfax County, nos Estados Unidos, têm oferecido serviços para ajudar tutores a atravessar os momentos difíceis advindos da perda de um animal. Esse trabalho também é realizado no Brasil, em hospitais veterinários que contam com psicólogos.

Um estudo de 1988, publicado no Journal of Mental Health Counseling, pediu a um grupo de tutores de cães que colocassem símbolos em um círculo que representassem seus familiares e seus cachorros. A distância entre a pessoa e os símbolos correspondia à proximidade relativa e real daqueles relacionamentos. O resultado da pesquisa concluiu que os sujeitos tenderam a colocar o cão mais próximo de si do que o membro médio da família e tão próximo quanto o membro mais importante. Em 38% dos casos, o cachorro estava em primeiro lugar, como o mais próximo do humano.

 

Relembrar os bons momentos é uma das formas de aprender a lidar com o luto (Foto: Divulgação)

Publicado na revista Society & Animals, em 2002, um artigo analisou diversos estudos e concluiu que a morte de um animal pode ser “tão devastadora como a perda de um outro significativo humano”.

O escritor Joe Yonan, em um artigo escrito por ele e publicado no The Washington Post, relatou a experiência que viveu após seu cachorro morrer. “Faz quatro meses, e, mesmo que alguém me pergunte sobre esse dia, minha voz vai falhar. Por “naquele dia”, quero dizer, o dia em que cheguei em casa do trabalho para encontrar meu Doberman, Red, esgueirado no chão do meu quarto, a cabeça para um lado, seu corpo sem vida, mas ainda quente. É uma imagem que não consigo remover da cabeça, por mais que eu tente”, afirma Yonan, que completou dizendo que “durante os dois meses que vivi nesse apartamento depois que ele morreu, o sofá nunca parecia tão vazio, nem o lugar tão calmo”.

Em seu artigo, Yonan cita a entrevista, concedida a ele, da diretora do Centro de Interação Homem-Animal da Universidade da Virgínia da Commonwealth, Sandra Barker, que realiza um trabalho de aconselhamento aos tutores após a morte dos animais e também ensina estudantes de medicina veterinária sobre a importância de entender o processo de luto. Sobre tutores que sentem-se envergonhados ou surpresos por sofrer mais pela perda de um animal do que de um irmão ou pai, Barker afirma que “quando eles percebem que a diferença é que o animal lhes deu constante companheirismo, e houve uma dependência total, então eles começam a perceber que é por isso que estão sofrendo tão intensamente”.

Até mesmo o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, afirmou, em entrevista à Newsweek em 2002, que a morte de Buddy, como era chamado o cão, foi “de longe a pior coisa” que ele experimentou depois de deixar a Casa Branca.

Respostas emocionais e comportamentais

Ao perder um animal pelo qual o tutor tem amor e apego, a pessoa pode apresentar respostas emocionais e comportamentais. Entre as primeiras estão: negação, incapacidade de aceitar a perda, lágrimas intensas, desorientação, insônia, descrença, choque, perda de apetite, raiva, culpa, isolamento, depressão, sentimento de que a pessoa nunca mais será a mesma, de que está enlouquecendo e sentindo que não pode tolerar a dor.

O companheirismo ofertado por cães e gatos aos humanos gera saudade após a morte (Foto: Divulgação)

As respostas comportamentais incluem o desejo de dormir com objetos que pertenciam ao animal ou até mesmo a necessidade de evitar contato com tudo que era dele, deixando, inclusive, de retirar os pertences do local onde estão e até deixar de dormir na própria cama porque ela era dividida com o animal – no caso dos tutores que dormem com os cães ou gatos. A tentativa de manter a mesma rotina da época em que o animal estava vivo também é uma resposta comportamental.

Desses sintomas, especialmente da depressão, pode vir a ideia do suicídio, visto que a perda do animal na vida de uma pessoa que já sofre de outros problemas que lhe causam tristeza e angústia pode ser razão para intensificar crises depressivas. Nesse caso, é necessário intervenção médica.

Duração do luto

Não há tempo estabelecido para o período de luto acabar. Por tratar-se de algo de caráter totalmente pessoal, cada pessoa irá lidar com tal situação de uma forma diferente. Este momento de dor, inclusive, varia de intensidade e durabilidade de acordo com a importância do animal na vida do tutor.

Entretanto, com o tempo, o sofrimento vai se tornando mais tolerável e tende a ser substituído pelo sentimento de saudade, algo mais ameno e suportável, que permite que a pessoa leve sua vida adiante apesar da ausência do animal.

Gastar tempo com pessoas e outros animais que trazem conforto, realizar atividades que sejam do agrado do tutor e participar de eventos que sirvam para distrair a atenção são boas táticas para tentar mudar o foco da dor e aprender a lidar com ela. É importante, também, que o tutor se esforce para lembrar de todos os bons momentos vividos ao lado do animal, como uma forma de consolo, e não se concentre apenas na morte.

A adoção de outro animal, quando o tutor já está preparado para isso, também pode ser uma forma de ajudar a passar pelo luto. Afinal, adotar um novo amigo não é uma traição, como muitos lamentavelmente pensam, ao animal que faleceu, pelo contrário, é uma forma de honrá-lo salvando novas vidas.

Fonte : ANDA

Dicas

Vamos divulgar #dicasHachiOg-Proteção Animal

[ Sempre ao seu Lado ]
Fim de semana de sol todo mundo quer levar o melhor amigo para passear, mas cuidado!
Por isso, separamos algumas dicas:
> ATENÇÃO com a temperatura do chão. Para saber se já pode sair com seu amigo, coloque as costas de suas mãos no chão. Se você NÃO aguentar o calor por mais de 15 segundos confortavelmente, o chão está IMPRÓPRIO para passeio. O asfalto é cerca de 20 graus mais quente do que a temperatura externa.
> Mantenha seu cão sempre hidratado. Lembre-se, os animais se refrescam de baixo para cima, é importante molhar as patinhas e barriga.
> Não saia com seu animal das 10h às 17h.
>Nunca deixe o animal dentro do carro
> Cães de pelagem clara e focinho claro são vulneráveis à queimaduras solares. Pergunte ao veterinário sobre protetores solar de uso veterinário.
> Leve gelo em gel e toalhas para molhar com água fria e refrescar o animal nas paradas.
Cuide do seu melhor amigo!
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Você pode contribuir  através o para onghachi@gmail.com ou contato@hachiong.org.br

 

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Foto:Egidio Maurizio

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Um problema comum e a DAPP, você conhece ??

Seu cão se coça muito?

Nem sempre que ele se coça é Pulga!

Você sabe o que é DAPP??
Seu animal pode estar sofrendo desse Mal …
Dermatite alérgica a Picada de Pulga ou “ Flea Allergy Dermatitis” como é conhecida internacionalmente é um problema de pele muito comum nos cães e gatos.
Os animais apresentam um desconforto com coceiras intensas pois se tornam hipersensíveis a picadas de pulga
Essa enfermidade e comum durante todo o ano devido ao clima tropical do Nosso País.
A DAPP se inicia pela picada de pulga que inocula a saliva na epiderme do animal e assim desencadeando uma reação alérgica, a saliva das Pulgas e os extratos das pulgas possuem diversas substanciais antigênicas semelhantes a Histamina

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QUAL É A IMPORTÂNCIA DA ADOÇÃO DE ANIMAIS? VEJA QUAIS SÃO OS PRÉ-REQUISITOS PARA TER UM NOVO MELHOR AMIGO CÃO OU GATO

QUAL É A IMPORTÂNCIA DA ADOÇÃO DE ANIMAIS? VEJA QUAIS SÃO OS PRÉ-REQUISITOS PARA TER UM NOVO MELHOR AMIGO CÃO OU GATO

Pensando em ter um animalzinho novo? Que tal adotar ao invés de comprá-lo? Assim, além de oferecer um recomeço para um pet abandonado – um problema, em especial, dos grandes centros urbanos -, essa também é uma forma de se posicionar contra a comercialização de cachorros e gatos. Caso você não saiba o que precisa para seguir em frente com os planos de adotar um companheiro e as vantagens dessa opção, o Beleza do Mundo te conta!

Foto: Pexels

DESCUBRA POR QUE ADOTAR UM PET PODE SER A MELHOR DECISÃO POSSÍVEL

Se você mora em uma grande cidade, com certeza já reparou na quantidade de animais abandonados que vagam pelas ruas. Por não terem acesso aos cuidados adequados, esses bichinhos acabam se tornando vetores de doenças, passam frio, fome, sede e estão supersuscetíveis a maus-tratos.

Ao escolher adotar, você vai oferecer a ele um lar – ou seja, uma nova oportunidade de viver bem e feliz -, além de ganhar um companheiro por muitos e muitos anos! <3 Outro grande benefício da adoção é que essa é também uma forma de se posicionar contra o comércio de animais. Quando você paga por um bichinho, você está tratando-o como se fosse uma mercadoria e colaborando com o que, popularmente, muitos chamam de “fábrica de filhotes”.

Foto: Pexels

SAIBA QUAIS ANIMAIS VOCÊ PODE ENCONTRAR DISPONÍVEIS PARA A ADOÇÃO

Na hora de adotar o seu cão ou gato, existem várias opções: filhotes, adultos, de raça ou sem. Enquanto a procura por filhotes em abrigos ainda é muito alta, a vantagem de levar para casa um animal adulto é que ele já está socializado e consegue se adaptar melhor às regras da casa.

Ah! Se você não fizer questão de um bicho de raça, que representam cerca de 30% da população dos canis, os SRD (sem raça definida) ou vira-latas, por serem frutos de misturas genéticas, tendem a ser mais fortes, e, assim, adoecem com menos facilidade.

Tá vendo, existem opções para todos os gostos, é só escolher! 😉

 

Foto: Pexels

DESCUBRA O QUE VOCÊ PRECISA PARA ADOTAR UM ANIMAL

Para levar adiante o processo de adoção, existem alguns pré-requisitos. Antes de começar o processo, é importante ser maior de 21 anos ou estar acompanhado de um responsável, e ter em mãos RG, CPF e comprovante de residência atualizados. No início, muito provavelmente, você deve passar por uma entrevista, para que a organização analise se você está preparado para acolher um bichinho e evitar futuros abandonos. Se o resultado da entrevista for positivo – uhul! -, algumas ONGs costumam, até mesmo, manter um acompanhamento da fase de adaptação do pet para garantir que está tudo fluindo bem.

E aí, animou com a adoção? Deixe a sua vida e a de um bichinho ainda mais feliz!

Fonte THE BODY SHOP

Cremação de cães e gatos – Saiba tudo sobre este processo

Cremação de cães e gatos – Saiba tudo sobre este processo

Conheça mais sobre a cremação de cães e gatos, e entenda por que esta opção é cada vez mais popular entre os donos de pets que falecem

Por Ricardo Tubaldini

Quem tem um bichinho de estimação sabe que o carinho e o amor dado por eles faz com que se tornem mais do que simples pets, mas sim, parte da família. Passando a ser considerado como filho ou irmão pelas pessoas que convivem com ele, o animal causa muita dor quando falece, fazendo com que sua família procure maneiras especiais para se despedir – e a cremação de cães e gatos tem sido, nos dias de hoje, uma das opções mais adotadas entre os proprietários que perderam seus queridos companheiros.

Embora seja uma entre as muitas opções para que os pets tenham uma despedida digna, a cremação de cães e gatos nem sempre é, apenas, uma questão de escolha para os donos dos finados animais de estimação; já que, em muitos casos de doenças contagiosas, essa é a melhor opção para que o animal seja homenageado ao mesmo tempo em que se garante o fim da propagação do problema que o afetou para outros bichos ou pessoas.

Tendo em vista que, atualmente, boa parte dos donos de pets não medem esforços para homenagear seus bichinhos no momento dessa triste despedida; cada vez mais estabelecimentos dedicados à organização de funerais, sepultamentos e cremações de bichinhos de estimação surgem no País – oferecendo ainda mais opções e comodidades para os proprietários de animais durante esta hora tão delicada e emocional.

Conheça, a seguir, os motivos pelos quais a cremação de cães e gatos anda cada vez mais popular entre os donos de bichinhos de estimação, e saiba em que casos esse tipo de processo é o mais indicado para animais que faleceram:

Quando cremar seu amigo de quatro patas?

Em casos de doenças e zoonoses com altos índices de contaminação – como a esporotricose, toxoplasmose, raiva e leptospirose, entre outros – cremar o animal morto é, sem dúvidas, a melhor opção a escolher. Como esse tipo de problema pode se disseminar mesmo após o falecimento do animal (contaminando a terra e o solo em torno de onde o pet é enterrado), a cremação de cães e gatos com doenças do tipo pode ser a solução para acabar com o foco de transmissão.

No entanto, este não é o único motivo pelo qual muitos donos andam optando pela cremação no lugar do sepultamento, e a causa disso tem raízes bem mais simples do que se imagina: fugir da dor. Em boa parte dos casos, o sofrimento dos donos do pet falecido já é tanto, que eles preferem não se expor a mais uma situação de sofrimento; como ver seu cão ou gatinho ser enterrado.

Com isso, muitos acabam tendo na cremação – precedida de um pequeno velório – a saída mais adequada; possibilitando que o bicho de estimação tenha uma despedida digna e sem causar ainda mais sofrimento aos seus entes queridos.

Outro motivo válido neste aspecto é o fato de que os cemitérios tradicionais (voltados para os enterros de seres humanos) não permitem o sepultamento de animais – exigindo que os proprietários de animais procurem outros locais para homenagear seus pets – mesmo quando estes já possuem lápides no cemitério em questão. Segundo informações divulgadas na imprensa brasileira, um projeto de lei que permitiria o enterro de bichos em cemitérios humanos foi vetado no fim do ano passado – sendo que, de acordo com os dados, este veto ocorreu, principalmente, em função de pedidos da Igreja.

Entretanto, deixando de lado as questões religiosas, já era de se imaginar que um projeto do tipo não fosse sair dos papéis – tendo em vista que, o número de falecidos humanos já é alto, e o dos animais também e, portanto, dificilmente haveria espaço extra suficiente para que tanto pessoas como animais pudessem ser sepultados no mesmo local.

Como funciona a cremação de cães e gatos?

Conforme citado anteriormente, boa parte dos donos de pets finados que opta pela cremação dos animais no lugar de sepultamentos está fugindo de cerimônias que podem lhe trazer ainda mais sofrimento além do já causado pela perda de seus queridos bichinhos de estimação. No entanto, isso não quer dizer que uma bela cerimônia em homenagem ao pet seja algo excluído dos processos de cremação, e cada estabelecimento voltado para esse tipo de serviço conta com diferentes pacotes cerimoniais para a despedida dos animais.

Vale a pena lembrar que, caso a contratação de uma empresa especializada não seja do interesse do dono do animal, também é possível providenciar a cremação do seu cão ou gato por meio do contato com a prefeitura da sua cidade ou uma clínica veterinária – que se encarregam de recolher o cadáver dos animais e encaminhá-lo para o processo de incineração.

No entanto, caso o desejo do proprietário seja o de fazer uma despedida mais elaborada e levar para casa as cinzas do seu finado bichinho de estimação, procurar um estabelecimento especializado é a melhor opção. Embora nem todos os estados contem com diferentes opções desse tipo de serviço, já é possível encontrar empresas do segmento com certa facilidade em grandes capitais, como em São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.

Contando com locais separados para a cremação, estes crematórios realizam esse serviço para todo tipo de animais, incluindo desde cães e gatos até porcos, leões e tartarugas. Para que as famílias dos pets possam separar um espaço especial para a memória dos animais em seus lares, as empresas garantem a devolução das cinzas do bicho de estimação para os donos – oferecendo, ainda, diferentes tipos de urnas.

Os materiais, estilos e tipos de urna para guardar as cinzas dos animais merecem um capítulo a parte e, além de serem encontrados nos modelos mais tradicionais, também podem ser personalizados (dependendo da lista de serviços do estabelecimento) e, até mesmo, ecológicos; já que há urnas especiais que podem ser postas no meio ambiente e, junto com as cinzas do pet, ajudar a plantar diferentes tipos de flores – fazendo uma homenagem eterna aos amiguinhos de quatro patas.

Na maioria dos estabelecimentos voltados para os serviços funerários para pets, os pacotes mais básicos – que variam entre R$ 600 e R$ 3 mil – incluem a remoção do animal da sua casa ou clínica veterinária, cremação, devolução das cinzas do animal para o dono (em urna básica) e uma cerimônia de despedida. Na maioria dos casos, o preço praticado pelas empresas vai de acordo com o peso e o porte do animal que será cremado e, portanto, os pacotes de cães e gatos gigantes costumam ser os mais caros.

Dependendo da disponibilidade de espaço, muitas empresas do segmento já contam, também, com cemitérios verticais – onde o dono de pet pode manter o animal para homenagens póstumas ou mesmo empalhamentos, caso seja um desejo do proprietário. Em algumas empresas, também é possível escolher pela cremação do seu pet de maneira coletiva – sendo que, nestes casos, o destino das cinzas dos animais é a reciclagem.

Além dos serviços funerários mais básicos, muitas empresas deste segmento já oferecem oportunidades para que os donos dos pets possam ter uma parte dele imortalizada em uma joia – que pode ser transformada em um anel tradicional, por exemplo, ou ser afixada na própria urna com as cinzas do animal, servindo como um enfeite adicional.

Na maioria dos casos, o cliente escolhe um tipo de pedra – como o diamante – e o estabelecimento se encarrega de tirar uma mecha de pelos do animal antes da sua cremação, que será integrada na pedra que irá enfeitar o anel ou a urna escolhida pelo proprietário; mantendo, para sempre, uma pequena parte do bichinho de estimação junto aos seus proprietários.

Com cada vez mais adeptos e mais empresas se dedicando por completo aos serviços de sepultamento, cremação e velórios de animais, em pouco tempo este tipo de serviço já deve ser encontrado em todo o País.

Link deste artigo: http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cremacao-caes-gatos/

 

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cremacao-caes-gatos/

CACHORROS E GATOS X CHOCOLATE: ISSO NÃO É NADA BOM!

CACHORROS E GATOS X CHOCOLATE: ISSO NÃO É NADA BOM!

 

Está aberta a época mais doce do ano e junto com os chocolates da Páscoa, vem os olhares pidões dos cachorros e gatos só “por aquele pedacinho”.
O que muita gente não sabe, é que ao ceder aos pedidos dos animais, podemos colocar a vida deles em risco.
A substância que faz mal tem nome: chama Teobrimina. Presente em chocolates e doces, ela estimula o sistema nervoso e o fluxo sanguíneo nos animais, podendo prejudicar os pulmões, rins e até causar parada cardíaca, convulsão e morte.
Por isso, lembre-se não divida seu chocolate com seu melhor amigo de quatro-patas!
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#chocolatenao #pascoasemchocolate #dicasdahachiong

Muita gente não sabe, mas o mesmo chocolate que faz a vida da gente feliz pode ser uma ameaça – fatal! – para nossos cães e gatos. Por isso é bom não descuidar!

Sério? Pode matar? Por que chocolate faz mal para cachorros?

Isso acontece porque o chocolate possui teobromina, que é tóxica para os cães. O fígado deles não consegue metabolizar essa substância com a mesma rapidez do nosso. Com isso, o corpo do animal passa a trabalhar de forma não costumeira, gerando uma série de sintomas. Em casos extremos, a ingestão de chocolate pelo animal pode sim ser fatal!

Por isso a preocupação em épocas como a da Páscoa, onde a oferta de chocolate dentro de casa explode. No entanto, perceba: falamos de chocolate, e não apenas de ovos de Páscoa.  Bolos, cupcakes, bebidas, doces… tudo que envolve chocolate é perigoso para cães e gatos! Dentre as coisas todas da Páscoa, só mesmo a relação entre os animais pode ser considerada boa.

Sintomas da intoxicação de cães por chocolate – como identificar? Quando começa? Quanto tempo dura?

Bem, em geral a intoxicação por chocolate costuma se manifestar entre 6 e 12 horas após a ingestão e podem durar até 3 dias. Seus sintomas mais comuns são:

  • Diarreia
  • Vômito
  • Ingestão exagerada de água
  • Urina excessiva
  • Excitação
  • Tremores
  • Taquicardia
  • Elevação da Temperatura
  • Respiração acelerada
É importante notar que esses sintomas podem aparecer juntos ou isolados, por isso é bom vigiar o animal. Em épocas de alto consumo de chocolate – como Páscoa e Dia dos Namorados, pode ocorrer do pet consumir chocolate sem que você perceba. Pessoas que frequentam sua casa podem servi-lo, ou mesmo pode acontecer dele “roubar” algum pedaço sobre a mesa ou algum outro móvel. Cuidado!

 

 

Qual quantidade de chocolate faz mal ao cão? Ele precisa comer muito para passar mal?

Isso vai variar em muitos aspectos, em razão principalmente de:

  • O tipo de chocolate inserido – quanto mais puro pior, e sendo assim os mais amargos são mais prejudiciais do que os mais doces – em alguns casos um é 8 vezes mais nocivo do que o outro.
  • A quantidade de chocolate ingerida – essa é simples, não precisamos explicar, não é mesmo?
  • O porte do animal – quanto menor, mais suscetível
  • A idade do animal – filhotes, em especial, tem mais predisposição aos problemas.
  • Atenção: podemos achar que um pedaço “apenas” não faz mal. Não é verdade! A ingestão de cerca de 100 gramas por um cachorro de 2 quilos já pode ser fatal a ele! 

    O perigo do “pedacinho”

    Em geral as pessoas oferecem pequenos pedaços de alimentos que costumam ingerir aos seus pets.  O grande perigo, no caso do chocolate, é que uma vez apresentado ao sabor adocicado o animal irá buscar pela casa novos pedaços. Ele “pedirá” aos donos e demais membros da casa novas porções. E de porção em porção, é fácil ingerir uma quantidade extremamente nociva, que possa causar, por exemplo, problemas gastrointestinais e neurológicos.

    Então, já viu: nada de ceder ao olhar pidão do pet!

     

    E quanto aos gatos? Chocolate também faz mal aos felinos?

    Sim, pelas mesmas razões que faz mal aos cães, o chocolate – assim como a cafeína – também faz muito mal aos nossos amigos bichanos. Portanto, todas as recomendações acima valem também para os gatos.


    Alternativa

    Existem chocolates especialmente desenvolvidos para pets. Eles têm aroma similar ao nosso, mas sua composição de massa é bastante diferente – não sendo, portanto, nocivos. Cabe a você decidir se deve ou não dar o mimo ao seu pet. De qualquer forma, como em todos os casos de petiscos e agrados, sugerimos equilíbrio para evitar uma super alimentação.

    Fonte:Animale

Estudo diz que o comportamento humano é o responsável por cães agressivos

NENHUMA RAÇA É CULPADA

Diferentes raças de cães têm temperamentos diferentes. Mas nem todos os comportamentos aparentemente originais de uma raça são realmente característicos da mesma, especificamente a agressividade. Um estudo recente indica que o comportamento do tutor do cão pode ser a chave para prever se o animal será ou não agressivo. As informações são do The Dodo.

A pesquisa aponta problemas em uma legislação que indevidamente discrimina determinadas raças com base na suposição de que elas são inerentemente perigosas. De acordo com o estudo, o tipo de treinamento que o tutor adota para seu animal, desempenha um papel maior na forma como o seu cão vai interagir com os humanos – estranhos e conhecidos – do que a raça. Os métodos de treinamento que utilizam reforço negativo aumentam as chances de agressão. Além disso, cães de tutores com mais de 40 anos de idade se mostraram duas vezes menos propensos a ter problemas de agressão do que aqueles de tutores de menos de 25 anos, segundo o estudo.

Os pesquisadores concluíram que treinar cães desde cedo – usando métodos de reforço positivo – pode diminuir a probabilidade do animal se tornar agressivo, apesar do que rumores sobre algumas raças sugerem. Embora possa fazer sentido generalizar algumas tendências de comportamento canino, é errado supor que um cão vai ser agressivo, simplesmente pelo que diz seu pedigree.

Fonte : Anda